

A mudança é um processo complexo, demorado, dinâmico e de fronteiras ténues.
A mundança representa uma avenida de opurtunidades ladeada de um conjunto inevitável de ameaças. Este acontecimento exigirá do ser humano a capacidade de compreender a natureza e as condicionantes do problema para que a mudança possa acontecer.
Na viragem do século XX para o XXI, de forma geral, as tecnologias de informação e da comunicação surgem como instrumento representativo da mudança. São tecnologias inovadoras que influenciarão a nova sociedade imergida da revolução indústrial.
A mudança desenvolveu-se particularmente em função dos factores como o tempo, o espaço e a realidade.
Foi no início da década de 60, do séc.XX, que estava a nascer um novo período impulsionado por innovações tecnológicas, ou seja, a importância crescente das telecomunicações e da informação. Por outro lado, houve um declínio do sistema fabril tradicional e de massa, face à emergência dos serviços, assim como a impotência progressiva do estado em dinamizar a economia.
Neste cenário de mudança também a credibilidade científica vai sendo afectada em face de novas e permanente revelações e descobertas ora contraditórias entre si, ora de forte impacto nas crenças tradicionais. No plano político o sistema de tomada de decisão é crescentemente descentralizado implicando outras responsabilidades, isto é, outras capacidades de resposta dos cidadãos.
Hoje na economia, mas em particular na gestão, dado que o objecto essencial da primeira é o mercado e da segunda são as pessoas, a importância para o negócio recai sobre a criatividade, a informação e o conhecimento. Assim, as tecnologias em si, vão perdendo o enfoque que já tiveram e o fundamental passou a ser o que elas se pode realizar de inovador.
Estamos perante uma nova economia. Uma ECONOMIA GLOBALIZADA, porque a convergência das tecnologias de informação e comunicação veio permitir e evoluir.

As empresas modernas são o exemplo marcante do modo de maximizar as capacidades humanas, não separando, como no tradicional modelo fordista, as capacidades inerentes ao processo produtivo e as capacidades subjectivas e características do desenvolvimento pessoal e integral.
A internet como factor profundamente visível da globalização e da construção da sociedade da informação identifica-se como meio que faz alterar o comércio, o marketing, a comunicação, o trabalho, o lazer e a educação, as alianças estrat´rgicas, a vida doméstica, etc.